14 abril, 2016

Ladrões de Gasolineiras.


Outras Inovações e Inventod


 O meu nome é Duke.

 Este é o meu mundo.


"- Vamos lá, embarque, vamos dar um passeio.
Vem conhecer os viajantes que vieram para a cidade."

O Neorelismo é a descrição do real por excelência.





A energia tem de ser o mais facil de encontrar, obter.







O armazenamento e o acondicionamento tem de permitir um uso o mais facil, rapido e seguro, possivel.
O motor ou local onde vai dar-se a reacao ou explosao tem de ter em conta _ tamanho (a medida do ser) peso (tem de ser leve) seguranca (nao pode por em risco a vida do ser).
A infratrutura tem de ser de facil acesso para que o transporte seja _ facil, seguro e economico.
O espaco geografico da localizacao da infrastrutura e do veiculo tem de ter toda a materia prima essencial para o normal funcionamento destas.



Todo o processo e infrastrutura deve ter o menor impacto ambiental possivel (o custo do desenvolvimento e da mudanca ambiental nunca deve ser superior a propria vida)


Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, …
Com a flutuação dos preços internacionais do petróleo devido ao lobby promovido pelas grandes nações produtoras e, não menos importante, pela consciência de que os combustíveis fósseis são limitados e não-renováveis, as pesquisas em combustíveis e fontes de energia alternativos vêm crescendo em ritmo acelerado mundo a fora.




O hidrogênio é um composto com grande capacidade de armazenar energia, e por este motivo seu uso como fonte renovável de energia elétrica e combustível vem sendo amplamente pesquisado. Entenda melhor como esta substância simples e abundante pode ser utilizada como fonte de energia, e quais as principais dificuldades em sua implantação.


O Hidrogênio como Combustível Desde o início do século XIX, os cientistas identificaram o hidrogênio como uma fonte potencial de combustível. Os usos atuais do hidrogênio incluem processos industriais, combustível para foguetes e propulsão para cápsulas espaciais. Com pesquisa e desenvolvimento mais avançados, este combustível também pode ser utilizado como uma fonte alternativa de energia para o aquecimento e iluminação de residências, geração de eletricidade e como combustível de automóveis. Quando produzido de fontes e tecnologias renováveis, como hidráulica, solar, eólica ou geotermica, o hidrogênio torna-se um combustível renovável.


Composição do Hidrogênio O hidrogênio é o mais simples e mais comum elemento do universo. Possui a maior quantidade de energia por unidade de massa que qualquer outro combustível conhecido – 52.000 BTU – British Thermal Units (Unidades Térmicas Britânicas) por libra (ou 120,7kJ por grama). Além disso, quando resfriado ao estado líquido, este combustível de baixo peso molecular ocupa um espaço equivalente a 1/700 daquele que ocuparia no estado gasoso. Esta é uma das razões pelas quais o hidrogênio é utilizado como combustível para propulsão de foguetes e cápsulas espaciais, que requerem combustíveis de baixo peso, compactos e com grande capacidade de armazenamento de energia. No estado natural e sob condições normais, o hidrogênio é um gás incolor, inodoro e insípido.


O hidrogênio molecular (H2) existe como dois átomos ligados pelo compartilhamento de elétrons – ligação covalente. Cada átomo é composto por um próton e um elétron. Alguns cientistas acreditam que este elemento dá origem a todos os demais por processos de fusão nuclear.


O hidrogênio normalmente existe combinado com outros elementos, como o oxigênio na água, o carbono no metano, e na maioria dos compostos orgânicos.Como é quimicamente muito ativo, raramente permanece sozinho como um único elemento. Quando queimado com oxigênio puro, os únicos produtos são calor e água. Quando queimado com ar, constituído por cerca de 68% de nitrogênio, alguns óxidos de nitrogênio (NOX) são formados. Ainda assim, a queima de hidrogênio produz menos poluentes atmosféricos que os combustíveis fósseis.


A Produção de Hidrogênio O hidrogênio ligado em compostos orgânicos e na água constitui 70% da superfície terrestre. A quebra destas ligações na água permite produzir hidrogênio e então utiliza-lo como combustível.


Existem muitos processos que podem ser utilizados para quebrar estas ligações. A seguir estão descritos alguns métodos para a produção de hidrogênio e que ou estão atualmente em uso ou sob pesquisa e desenvolvimento. A maior parte do hidrogênio produzido no mundo (principalmente nos Estados Unidos) em escala industrial é pelo processo de reforma de vapor, ou como um subproduto do refino de petróleo e produção de compostos químicos.



A reforma de vapor utiliza energia térmica para separar o hidrogênio do carbono no metano ou metanol, e envolve a reação destes combustíveis com vapor em superfícies catalíticas. O primeiro passo da reação decompõe o combustível em água e monóxido de carbono (CO). Então, uma reação posterior transforma o monóxido de carbono e a água em dióxido de carbono (CO2) e hidrogênio (H2). Estas reações ocorrem sob temperaturas de 200ºC ou maiores. 


Outro modo de produzir hidrogênio é por eletrólise, onde os elementos da água, o hidrogênio e o oxigênio, são separados pela passagem de uma corrente elétrica. A adição de um eletrólito como um sal aumenta a condutividade da água e melhora a eficiência do processo. A carga elétrica quebra a ligação química entre os átomos de hidrogênio e o de oxigênio e separa os componentes atômicos, criando partículas carregadas (íons). Os íons se formam em dois pólos: o anodo, polarizado positivamente, e o catodo, polarizado negativamente. 


O hidrogênio se concentra no cátodo e o anodo atrai o oxigênio. Uma voltagem de 1,24V é necessária para separar os átomos de oxigênio e de hidrogênio em água pura a uma temperatura de 25ºC e uma pressão de 1,03kg/cm2. Esta tensão varia conforme a pressão ou a temperatura são alteradas. A menor quantidade de eletricidade necessária pra eletrolisar um mol de água é de 65,3Watts-hora (a 25ºC). A produção de um metro cúbico de hidrogênio requer 0,14kilowatts-hora (kWh) de energia elétrica (ou 4,8kWh por metro cúbico).


Fontes renováveis de energia podem produzir eletricidade por eletrólise. Por exemplo, o Centro de Pesquisas em Energia da Humboldt State Universityprojetou e construiu um sistema solar de hidrogênio auto-suficiente. O sistema usa um arranjo fotovoltaico de 9,2kilowatts (kW) para fornecer energia a um compressor que faz a aeração dos tanques de peixes. A energia não utilizada para movimentar o compressor aciona um eletrolisador bipolar alcalino de 7,2kW. O eletrolisador pode produzir 53 pés cúbicos padrões de hidrogênio por hora (25 litros por minuto). A unidade está operando sem supervisão desde 1993. Quando o arranjo fotovoltaico não fornece energia suficiente, o hidrogênio fornece combustível para uma célula de combustível por membrana de troca fotônica de 1,5kW para fornecer a energia necessária aos compressores.


A eletrólise de vapor é uma variação do processo convencional de eletrólise. Uma parte da energia necessária para decompor a água é adicionada na forma de calor ao invés de eletricidade, tornando o processo mais eficiente que a eletrólise convencional. A 2500ºC a água se decompõe em hidrogênio e oxigênio. Estecalor pode ser fornecido por um dispositivo de concentração de energia solar. O problema neste processo é impedir a recombinação do hidrogênio e do oxigênio sob as altas temperaturas utilizadas no processo. A decomposição termoquímica da água utiliza produtos químicos como o brometo ou o iodeto, assistidos pelo calor. Esta combinação provoca a decomposição da molécula de água. Este processo possui várias etapas – usualmente três – para atingir o processo inteiro. Processos fotoeletroquímicos utilizam dois tipos de sistemas eletroquímicos para produzir hidrogênio.


Um utiliza complexos metálicos hidrossolúveis como catalisadores, enquanto que o outro utiliza superfícies semicondutoras. Quando o complexo metálico se dissolve, absorve energia solar e produz uma carga elétrica que inicia a reação de decomposição da água. Este processo imita a fotossíntese.


O outro método utiliza eletrodos semicondutores em uma célula fotoquímica para converter a energia eletromagnética em química. A superfície semicondutora possui duas funções: absorver a energia solar e agir como um eletrodo. A corrosão induzida pela luz limita o tempo de vida útil do semicondutor. Processos biológicos e fotobiológicos utilizam algas e bactérias para produzir hidrogênio. Sob condições específicas, os pigmentos em certos tipos de algas absorvem energia solar. As enzimas na célula de energia agem como catalisadores para decompor as moléculas de água. Algumas bactérias também são capazes de produzir hidrogênio, mas diferentemente das algas necessitam de substratos para seu crescimento. Os organismos não apenas produzem hidrogênio, mas também podem limpar poluição ambiental.


Recentemente, uma pesquisa iniciada pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos levou à descoberta de um mecanismo para produzir quantidades significativas de hidrogênio a partir de algas. Há 60 anos os cientistas sabem que as algas produzem pequenas quantidades de hidrogênio, mas não haviam encontrado um método factível para aumentar esta produção. Cientistas da Universidade da Califórnia em conjunto com o Laboratório Nacional de Energia Renovável encontraram a solução. Após permitir que a cultura de algas crescesse sob condições normais, os pesquisadores privaram-nas de enxofre e oxigênio. Após muitos dias gerando hidrogênio, a cultura de algas foi colocada novamente sob as condições normais por alguns poucos dias, permitindo assim que armazenassem mais energia. O processo pode ser repetido várias vezes. A produção de hidrogênio por algas pode eventualmente promover um meio prático e de baixo custo para a conversão de luz solar em hidrogênio.


Outra fonte de hidrogênio por processos naturais utiliza o metano e o metanol. O metano (CH4) é um componente do “biogás”, produzido por bactérias anaeróbias. Estas bactérias são encontradas em grande quantidade no ambiente. Elas quebram, ou digerem, matéria orgânica na ausência de oxigênio e produzem o “biogás” como resíduo metabólico. Fontes de biogás incluem os lixões, o esterco de gado ou porcos e as estações de tratamento de águas e esgotos. O metano também é o principal componente do gás natural (um grande combustível utilizado para aquecimento e geradoras de energia elétrica) produzido por bactérias anaeróbias há milhões de anos atrás. O etanol é produzido pela fermentação da biomassa. A maior parte do etanol combustível dos Estados Unidos é produzido pela fermentação do milho.



Estados Unidos, Japão, Canadá e França têm investigado a decomposição térmica da água, uma técnica radicalmente diferente para geração de hidrogênio. Este processo utiliza calor em temperaturas acima de 3000ºC para decompor as moléculas de água.


Usos Potenciais para o Hidrogênio Os setores de transporte, industrial e residencial nos Estados Unidos têm utilizado hidrogênio há muitos anos. No início do século XIX muitas pessoas utilizaram um combustível denominado “gás da cidade”, que era uma mistura de hidrogênio e monóxido de carbono.


Muitos países, incluindo o Brasil e a Alemanha, continuam distribuindo este combustível.


Aeronaves (dirigíveis e balões) usam hidrogênio para transporte. Atualmente, algumas indústrias utilizam hidrogênio para refinar petróleo, e para produzir amônia e metanol. As naves espaciais utilizam hidrogênio como combustível para seus foguetes. Com pesquisas futuras, o hidrogênio pode fornecer eletricidade e combustível para os setores residencial, comercial, industrial e de transporte, criando uma nova economia energética. Quando armazenado adequadamente, o hidrogênio combustível pode ser queimado tanto no estado gasoso quanto no líquido. Os motores de veículos e os fornos industriais podem facilmente ser convertidos para utilizar hidrogênio como combustível. Desde a década de 1950, o hidrogênio abastece alguns aviões. Fabricantes de automóveis desenvolveram carros movidos a hidrogênio. A queima de hidrogênio é 50% mais eficiente que a da gasolina e gera menos poluição ambiental.


O hidrogênio apresenta uma maior velocidade de combustão, limites mais altos de inflamabilidade, temperaturas de detonação mais altas, queima mais quente e necessita de menor energia de ignição que a gasolina. Isto quer dizer que o hidrogênio queima mais rapidamente, mas traz consigo os perigos de pré-ignição e flashback. Apesar de o hidrogênio apresentar suas vantagens como combustível para veículos, ainda tem um longo caminho de desenvolvimento a percorrer antes de poder ser utilizado como um substituto para a gasolina. As células de energia utilizam um tipo de tecnologia que usam o hidrogênio para produzir energia útil. Nestas células, o processo de eletrólise é revertido para combinar o hidrogênio e o oxigênio através de um processo eletroquímico, que produz eletricidade, calor e água.



O Programa Espacial dos Estados Unidos tem utilizado as células de energia para fornecer eletricidade às cápsulas espaciais há décadas. Células de energia capazes de fornecer eletricidade para mover os motores de automóveis e ônibus têm sido desenvolvidas. Muitas companhias estão desenvolvendo células de energia para usinas estacionárias. Uma célula de energia funciona como uma bateria que nunca pára de funcionar e não precisa de recarga. Ela irá produzir eletricidade e calor sempre que um combustível (no caso, o hidrogênio) for fornecido. Uma célula de energia consiste de dois eletrodos – um negativo (ânodo) e um positivo (cátodo) – imersos em um eletrólito.


O hidrogênio é inserido na célula pelo anodo, e o oxigênio pelo catodo. Ativados por um catalisador, os átomos de hidrogênio separam-se em prótons e elétrons, que tomam caminhos diferentes no cátodo. Os elétrons saem por um circuito externo, gerando eletricidade. Os prótons migram através do eletrólito ao cátodo, onde reúnem-se com o oxigênio e os elétrons para gerar água e calor. As células de energia podem ser utilizadas para mover os motores de veículos ou para fornecer eletricidade e calor às edificações.




O hidrogênio pode ser considerado como uma forma de armazenar energia produzida de fontes renováveis como a solar, eólica, hídrica, geotérmica o biológica. Por exemplo, quando o sol estiver se pondo, sistemas fotovoltaicos podem fornecer a eletricidade necessária para produzir o hidrogênio por eletrólise.



O hidrogênio pode então ser estocado e queimado como um combustível, ou para operar uma célula de energia para gerar eletricidade à noite ou sob tempo nebuloso. A Estocagem de Hidrogênio: Um Problema Ainda Não Resolvido Para se utilizar o hidrogênio em larga escala de maneira segura, sistemas práticos de estocagem devem ser desenvolvidos, especialmente para os automóveis. Apesar de o hidrogênio poder ser estocado no estado líquido, este é um processo difícil porque deve ser resfriado a -253ºC. A refrigeração do hidrogênio a esta temperatura utiliza o equivalente a 25 ou 30% de sua energia total, e requer materiais e manipulação especiais. Para resfriar aproximadamente 0,5kg de hidrogênio são necessários 5kWh de energia elétrica.


O hidrogênio também pode ser armazenado como gás, que utiliza muito menos energia que aquela necessária para fazer hidrogênio líquido. Sendo estocado no estado gasoso, deve ser pressurizado para se estocar uma quantidade razoável. Para utilização em larga escala, o gás pressurizado pode ser estocado em cavernas ou minas. O gás hidrogênio pode então ser encanado e levado às residências da mesma maneira que o gás natural. Apesar desta técnica de estocagem ser útil para a utilização do hidrogênio como combustível de aquecimento, não o é para utilização em veículos porque os tanques de metal pressurizados necessários para estocar o hidrogênio são muito caros.


Um método de estocagem de hidrogênio potencialmente mais eficiente é na forma de hidretos. Os hidretos são compostos químicos formados por hidrogênio e um metal. As pesquisas atuais estão focando o hidreto de magnésio. Certas ligas metálicas como as de magnésio-níquel, magnésio-cobre e ferro-titânio, absorvem hidrogênio e o liberam quando aquecidos. Os hidretos, entretanto, estocam pouca energia por unidade de massa. As pesquisas atualmente procuram um composto que seja capaz de armazenar uma grande quantidade de hidrogênio com uma elevada densidade energética, liberar o hidrogênio como combustível, reagir rapidamente e possuir um custo acessível. O Custo do Hidrogênio Atualmente, a maneira economicamente mais viável para se produzir hidrogênio é pela reforma de vapor. De acordo com o Departamento de Energia dos Estados Unidos, em 1995 o custo estava em US$7,39 por milhão de BTU (US$7,00 por gigajoule) em plantas de grande escala. Este cálculo assume o custo do gás natural de US$2,43 por milhão de BTU (US$2,30 por gigajoule). Isto equivalente a US$0,93 por galão ($0,24 por litro) de gasolina.



A produção de hidrogênio por eletrólise utilizando hidroeletricidade, considerando taxas de horários de baixo consumo, custa entre US$10,55 e US$21,10 por milhão de BTU (US$10,00 a US$20,00 por gigajoule). A Pesquisa em Hidrogênio Reconhecendo o potencial do hidrogênio combustível, o Departamento de Energia dos Estados Unidos e organizações privadas fundaram programas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) por muitos anos. O Governo Federal americano aloca em média 18 milhões de dólares por ano na pesquisa de hidrogênio combustível. Os trabalhos atuais nos Estados Unidos incluem pesquisas no Laboratório Nacional de Energia Renovável, na Universidade A & M, Texas, no Laboratório Nacional de Brookhaven, e no Instituto de Energia Neutra Hawaii.


O Centro de Energia Solar na Flórida conduz pesquisas em hidrogênio pelo Programa de Energia Renovável, com objetivos de longo prazo sob a orientação do Departamento de Energia dos Estados Unidos para o desenvolvimento de um reator para fotoeletricamente decompor a água em hidrogênio e oxigênio e para sintetizar quimicamente uma membrana eletrolítica para eletrólise sob altas temperaturas. Outra pesquisa do Departamento de Energia é o desenvolvimento de um processo para reformar o gás natural ao hidrogênio para produção on-site de blendas de hidrogênio-metano que sejam aplicáveis a automóveis. Para que se possa utilizar hidrogênio em larga escala, os pesquisadores devem desenvolver meios mais práticos e econômicos para estocar e produzir o hidrogênio.


solução de construção de centrais geotermicas, junto ás cidades, evitando as longas e despendiosas redes de transporte de energia, permitiu a melhor e menos despendiosa solução.



- Assalto!
- Assalto!

Assaltos á muitos.
Mas os mais perigosos são feitos ás gasolineira.

Mustafá só agora sabe que enfrentou um grupo responsável por roubo a posto de abastecimento.

- Peguei na faca de cortar kebab (espetada de carne) e tive de me defender. O que mais eu podia fazer? Um deles pegou na pistola 6.35m outro tinha uma arma automática.

Os incidentes de que resultaram vários mortos, principalmente na gasolineira, pode ser apenas o primeiro de muitos. O bando esta divido em vários grupos e tem na sua posse carros de alta cilindrada a gasolina que facilitam a fuga rápida.

Por seu lado a Policia que se move em carros elétricos, pouco ou nada pode fazer além dos 150 kms de autonomia, além de ter que esperar no minimo 6  horas pelo carregamento das baterias.

Os postos de carregamento elétricos, foram arrancados, destruídos. Os terminais de pagamento por rede, pura e simplesmente foram atirados ao chão tendo ficado partidos.

- Os carros elétricos foram incendiados. As baterias explodiram, viraram bombas.

- Qual é o ladrão que vai querer carro elétrico? Eles não são tolos, não.

***



- Cartão Magnético?
- Código de barras?
- Chip?

Quando os assaltos aos  carros de transporte de valores aumentaram.
Quando as caixas de MB (multibanco), já não compensaram lá por dinheiro para levantamento, devido aos assaltos.
Os pagamentos por via Net ou telefone (celular) tornaram-se o processo mais habitual para efetuar pagamentos.
As redes sem fios, cresceram em todas as frequências, chegando a todos os pontos e locais de pagamento.
Mesmo assim ainda não era seguro, pois perder o telemóvel celular ou ser roubado era  risco que qualquer um corria até os próprios ladrões.
Surgiu então o Chip incorporado no corpo.
O número da Besta que permite fazer pagamentos (comprar ou vender).


Ontem fiquei, sem Net!
Sabotagem ou avaria?
Alguém danificou a rede do prédio!
O que pensamos ser um dado adequirido, a Net, pode não ser bem assim.
Fazendo parte de toda uma infrastrutura que requer investimemeto constante necessario para o seu funcionamento, a Net é um brinquedo frágil.
Num futuro instável e cada vez mais exigente. Para manter a NET pode ser necessário algo mais do que só uma rede que se estende por kms e kms, onde ladrões e sabotadores podem, danifica-la, destrui-la ou usufruir dela ao seu belo prazer.
A rede passará então de cabos terrestres, para redes sem fios, mas mesmo esta necessita de antenas, satelites e de tecnicos que a mantenham ativa e em funciomento.

***


Quando os ladrões tiveram a ousadia de sabotar e roubar as redes de cobre que abastecem as nossas cidades de energia elétrica vinda de kms e kms de distância.
Perceberam o quanto era fácil lançar o terror sobre as cidades e saquear as populações indefesas e dependentes da tecnologia elétrica.
A cara reparação da rede elétrica era ainda mais dificil.
As populações empobrecidades e dependentes de governos centralizados, falidos e inoperacionais, foram deixadas ao abandono.
30% da população do pais esta individada, sendo essa dívida responsável por consumir 20% da riqueza produzida em 2016.
 *A migração para as cidades grandes foi a solução deixando ainda mais desprotegidos os muitos locais por onde a extensa rede passa desde a origem até o consumidor cidadino.
*A migração para os locais de origem da energia elétrica tornou estes locais, muitas vezes inacessiveis, verdadeiros paraisos, privilégios de alguns.



Todo o processo e infrastrutura deve ter o menor impacto ambiental possivel (o custo do desenvolvimento e da mudanca ambiental nunca deve ser superior a propria vida).




Ladrões eles vivem entre nós, eles podem ser qualquer um de nós!
Quem não é, não arrisque levantar a mão.
Os ladrões e as redes que transportam energia. Sejam redes de cobre, de abastecimento de petróleo, gás, etc ...
Memoria de outros tempos:

No clarão do relampago enxerga
Berilo.
Ajeita a arma mas nao se precipita, deixa o cafuzo avancar para que o resto da tropa se coloque sob mira certa. Por que diabo o filho da mae esta de revolver em punho e pisa com tanta precauçao, examinando os arredores?
Berilo levanta o olhar, perscrutando. Natario estende o braço, firma a pontaria.
-- com sua licenca, Coronel --
Atira para acertar na cabeca. O tiroteio irrompe no alto da colina e a confusão se estabelece no lodaçal, embaixo; os jaguncos respondem a esmo, sem saber para onde dirigir as armas. Uma carnificina, como comprovou o coronel Elias Daltro.
Nao se tinha noticia de tocaia de tal envergadura, nem nos tempos das primeiras lutas, as de Basilio de Oliveira e dos Badaro. Ia ficar na historia, a tocaia grande.
Nao escapou nenhum dos jaguncos do coronel Elias, pistoleiros de renome, trazidos do sertao, de Sergipe d'El Rey, terra de valentes, alguns ate das Alagoas, profissionais.
Quando os cabras desceram a colina, seguindo Natario, pouco trabalho tiveram: acabar com os feridos; abater alguns que tentavam subir para buscar abrigo entre as arvores e dali cobrar preço caro pela vida; perseguir dois ou tres que arriscavam a fuga por onde haviam chegado. Caçando sses ultimos, o negro Espiridiao encontrou o corpo de Coroinha, proximo a um penedo atras do qual certamente quisera se esconder: Natario entendeu então por que Berilo empunhava o revolver e andava com tanta cautela e vigilancia. Coroinha fora despachado a faca. Tinham-lhe arrancado o coração e os ovos, costume, ao que parecia, muito do agrado do falecido valentão das Alagoas.
Natario achou correto que o tivessem liquidado. Se Berilo não o houvesse feito, ele proprio se encarregaria da tarefa. Concordou inclusive com a escolha da arma branca: leva-e-traz nao vale o custo de uma bala de espingarda. Mas não aprovava malvadezas: aviar um infiel com tiro ou punhalada é uma coisa, judiar do desgraçado é outra, muito diferente. Armas de segunda mão, de pouca serventia, Natario nao permitiu que as recolhessem. Ainda com o negrume da noite deixaram o lugar.

 ... Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, …


Aterramos onde você quiser, somos divulgadores da (IPHE) International Partnership for Hidrogen Economy, Parceria Internacional Para a Economia do Hidrogênio. Soluções ambientais existem na área do hidrogênio que aleados á produção de Energia a partir da geotérmica fazem a diferença. Venha descobrir algumas de forma divertida ...


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midnigtduke

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(IPHE) International Partnership for Hidrogen Economy


Meu nome é Duke. 
Isto é o meu bolg.
Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica.
O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas.
Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dados seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho.
Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google.
As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido.
Obrigado ... 
Mid Night Duke ...

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(PIEH) Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio
(IPHE) International Partneship for lhe Hidrogen Economy