23 maio, 2015

Motor de Combustão Interna






Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, …

 O meu nome é Duke.

 Este é o meu mundo.



 Aterramos onde você quiser, somos divulgadores da (PIEH) , Parceria Internacional Para a Economia do Hidrogênio. Soluções ambientais existem na área do hidrogênio que aleados á produção de Energia a partir da geotérmica fazem a diferença. Venha descobrir algumas de uma forma divertida ...

 ... Tudo sobre Hidrogenio, preço, consumo, etc, etc, …


O motor de combustão interna

Antes da invenção do motor de combustão interna com utilização de um combustivel líquido já existiam outros modelos, de funcionamento rudimentar, que carburavam gás.
A referência mais antiga é a do motor criado em 1806 por François Isaac de Rivaz que funcionava a hidrogénio.
Estes motores a gás não foram muito bem sucedidos porque o seu funcionamento rudimentar e baixo rendimento não permitiam uma utilização práctica minimamente eficiente.

Só mais tarde, com a invenção do motor a quatro tempos e a utilização de combustivel liquido, surgiu o primeiro motor de combustão interna com aplicação prática.

Este feito deve-se a Nikolaus August Otto



Nikolaus August Otto (14 de Junho de 1832-28 de Janeiro de 1891) foi o inventor do motor de combustão interna nomeadamente do ciclo de Otto (motor a gasolina). Iniciando a sua carreira como um vendedor de alimentos em Colónia, Otto tornou-se obcecado com o desenvolvimento da tecnologia naquela época – gás e vapor.


A grande notícia da época era a invenção por Jean-Joseph-Etienne Lenoir de um motor que queimava gás natural. Era um motor adaptado ao carro mas, apesar de se mover com sua própria força, o motor era ineficiente e barulhento.


Otto acreditava que poderia melhorar a performance do motor com um combustível líquido e começou a experimentar. Ele construiu seu primeiro motor a gás em 1861 e formou uma sociedade com o industrial alemão Eugen Langen. Originalmente denominada como N.A. Otto & Cia, a empresa ainda opera como Deutz AG.




Por um feliz acidente, Otto descobriu o valor da compressão da mistura, ar com combustível, antes de queimar. Nasceu assim a idéia do Ciclo de Otto, ou ciclo de quatro tempos.

Depois de cinco anos desenvolvendo o design, Otto finalmente ganhou uma medalha de ouro por seu ‘motor de gás atmosférico’ na Exposição de Paris em 1867.



Para informação mais detalhada sobre o ciclo otto siga o link:
http://ttmax.zikforum.com/tecnica-automovel-f10/abc-dos-motores-de-combustao-interna-t93.htm


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PostSubject: Re: A invenção do motor   Tue Dec 12, 2006 6:18 pm

O motor diesel

Rudolf Christian Karl Diesel 



Rudolf Christian Karl Diesel (18 de Março de 1858, Paris - 30 de Setembro de 1913, no Canal da Mancha) foi um engenheiro mecânico alemão, filho de imigrantes alemães, que idealizou um dos mais importantes sistemas mecânicos da história da humanidade.

Rudolf Diesel desenvolveu um motor de explosão sobre pistões que explorava de forma controlada os efeitos de uma reação química, um fenomeno que acontece quando uma mistura de oxigênio puro com óleo é submetida a altas pressões.
Mas, para conseguir que tal reação movimentasse uma maquina, foi preciso uma infinidade de outros inventos como bombas, bicos injetores ,elaborar sistemas de múltiplas engrenagens e outros acessórios que comandassem o motor. Rudolf Diesel registrou a patente de seu motor-reator em 23 de Fevereiro de 1897.



Em sua homenagem foi dado ao produto oleoso obtido na primeira fase da refinação do petróleo bruto o nome diesel, mas isso não quer dizer que todas os motores devam funcionar com oleo Diesel. Desde que se regule o sistema de injeção e a pressão, qualquer tipo de óleo pode servir de combustivel.

Face a sua simplicidade e à enorme variedade de aplicações, o motor reator óleo-oxigenio rapidamente penetrou nos lugares mais longínquos do planeta, revolucionando o mundo industrial e substituindo os dispendiosos sistemas mecânicos a vapor que até então movimentavam as locomotivas e os transportes marítimos por unidades geradoras diesel-elétricas.

Após negociar o seu invento, durante uma travessia do Canal da Mancha, o inventor morre em circunstâncias estranhas que jamais foram esclarecidas.


Para mais informação sobre o motor a quatro tempos siga o link:
http://ttmax.zikforum.com/tecnica-automovel-f10/abc-dos-motores-de-combustao-interna-t93.htm


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PostSubject: Re: A invenção do motor   Wed Dec 27, 2006 2:16 pm

O motor rotativo

Felix Heinrich Wankel 



Felix Heinrich Wankel (13 de agosto de 1902, Lahr, Alemanha - 9 de outubro de 1988, Heidelberg) foi um engenheiro alemão, criador do motor rotativo ou Motor Wankel.

Wankel nasceu em Lahr, Alemanha e perdeu o seu pai na Primeira Guerra Mundial. Wankel não tinha formação em engenharia mas, mesmo assim, concebeu o Motor Wankel.

Nos anos 30, ele teve discordâncias com Adolf Hitler, e chegou a ser preso. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele desenvolveu sistemas de vedação, válvulas rotativas para aviões da Força Aérea Alemã (Luftwaffe) e torpedos para a Marinha Alemã (Kriegsmarine).

Em 1955 a firma alemã NSU, uma das que adquiriram a patente do motor rotativo idealizado e realizado por Félix Wankel, usou este tipo de motor em alguns dos seus modelos de automóvel. No entanto este motor não obteve o sucesso desejado e a marca acabou por recuar e abandonar o seu desenvolvimento.



No dia 30 de Maio de 1967, a Mazda começou a vender o primeiro automóvel com motor rotativo de dois rotores a nível mundial, o Cosmo Sport, que incluía um motor do tipo 10A com uma potência de 110 cavalos. Desenvolvimentos posteriores aperfeiçoaram a economia de combustível em mais de 40% e baixaram substancialmente o nível das emissões, para alcançar a conformidade com os novos regulamentos ambientais, cada vez mais severos. Em 1970, a produção acumulada de automóveis com motores rotativos tinha alcançado as 100.000 unidades. Já em 1975, eram 500.000. Em 1978, esse número alcançou a marca de um milhão. O motor rotativo tinha vindo para ficar



No final dos anos 70, a Mazda tinha começado a produzir em massa o motor rotativo do desportivo RX-7 e este era o tipo de veículo ideal para a competição automóvel. Em 1980, Tom Walkinshaw, que dirigia uma das melhores equipas de competição do Reino Unido na altura, vestiu a camisola do motor rotativo e, juntamente com Pierre Dieudonné, levou um Mazda RX-7à vitória em Spa, em 1981. Um segundo RX-7 terminou em quinto lugar, dando à Mazda a Taça King, como vencedora por equipas.

A Mazda continuou a desenvolver e a melhorar o motor rotativo nos anos 80 e, em 1991, chegava a altura de perceber até onde esses progressos poderiam levar um modelo de competição. Com uma carroçaria leve em fibra de carbono e um motor com quatro rotores, o Mazda 787B venceu as 24 Horas de Le Mans, naquela que é considerada uma das maiores surpresas de sempre da emblemática corrida. Mesmo que não constituísse surpresa para os engenheiros do RX-7 ou para os seus proprietários em todo o mundo. Depois deste triunfo, o corpo de comissários de Le Mans baniu a utilização de motores rotativos da famosa prova de resistência – o que permitiu que a competição voltasse a ter vencedores incertos.



Mazda RX-8 e unico produzido em série, impulsionado pelo motor Wankel Renesis.




Curiosamente o futuro da Mazda poderá ser a utilização de um motor a hidrogénio.




Podemos considerar que o hidrogénio foi o primeiro combustivel a ser utilizado em motores de combustão interna se desprezar-mos o uso da pólvora numa primeira tentativa sem sucesso.

Curiosamente é previsivel que o hidrogénio acabe por se tornar no combustivel do seculo XXI.
Além da Mazda também a BMW, no série 7, e outras marcas estão a desenvolver motores que carburam directamente hidrogénio.



Para obter informação mais detalhada sobre o funcionamento do motor Wankel siga o link:
http://ttmax.zikforum.com/tecnica-automovel-f10/abc-dos-motores-de-combustao-interna-t93.htm

A energia tem de ser o mais facil de encontrar, obter.

Todo o processo e infrastrutura deve ter o menor impacto ambiental possivel (o custo do desenvolvimento e da mudanca ambiental nunca deve ser superior a propria vida.

Nightwish

[Enbless Forms Most Beautiful]

[Infindáveis formas belíssimas] 

Vamos lá, embarque, vamos dar um passeio
Vem conhecer os viajantes que vieram para a cidade
Eles têm um conto do passado para contar
Da grande escuridão entre as estrelas

Somos um grão de poeira especial 
Um momento fugaz em uma arca
Uma celebração, um refúgio 
Da vida

Deite em um campo verde
Com a mãe Eva
Com o pai pinheiro alcançando as alturas
Olhe para si mesmo, aos olhos de aye-aye
Revelação do encontro

Profundamente no passado
Siga o caminho da eternidade
Cumprimente uma folha de grama
Cada uma das infindáveis formas belíssimas
Viva, consciente, em reverência
Antes da grandeza de tudo
Nossa flutuante e pálida arca azul 
De infindáveis formas belíssimas

Além das eternidades tomamos um passeio
Congratulando com a megera que sobreviveu
Para ver o Tiktaalik tomar sua primeira caminhada
Testemunhe o nascimento de voo

Mais profundo no Panthalassa
Um eucarionte encontra seu caminho
Voltamos para o primeiro de todos
Cumprimente aquele que vamos nos tornar


Processos fotoeletroquímicos utilizam dois tipos de sistemas eletroquímicos para produzir hidrogênio.

Um utiliza complexos metálicos hidrossolúveis como catalisadores, enquanto que o outro utiliza superfícies semicondutoras. Quando o complexo metálico se dissolve, absorve energia solar e produz uma carga elétrica que inicia a reação de decomposição da água. Este processo imita a fotossíntese.

O outro método utiliza eletrodos semicondutores em uma célula fotoquímica para converter a energia eletromagnética em química. A superfície semicondutora possui duas funções: absorver a energia solar e agir como um eletrodo. A corrosão induzida pela luz limita o tempo de vida útil do semicondutor. Processos biológicos e fotobiológicos utilizam algas e bactérias para produzir hidrogênio. Sob condições específicas, os pigmentos em certos tipos de algas absorvem energia solar. As enzimas na célula de energia agem como catalisadores para decompor as moléculas de água. Algumas bactérias também são capazes de produzir hidrogênio, mas diferentemente das algas necessitam de substratos para seu crescimento. Os organismos não apenas produzem hidrogênio, mas também podem limpar poluição ambiental.

(PIEH) Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio


Meu nome é Duke. Isto é o meu bolg.
Esta são Cidades do Hidrogenio e da Geotermica.
O trabalho apresentado neste blog, é um estudo de nichos sociais existentes em muitas das cidades visitadas.
Muitos dados estão incorrectos, precisam de confirmação científica. Outros dados seguiram rigorosos critérios de investigação por muitos dos autores, a quem agradeço pelo seu trabalho.
Peço desculpa por qualquer erro, baseado nas traduções do que eu escrevo aqui. Pois o meu conhecimento linguitico sobre tais linguas provem do tradutor do Google.
As marcas apresentadas aqui tem todos os direitos sobre invenções ou trabalhos científicos citados. A cópia ou reprodução é punível nos termos da lei do país em que o crime de plágio é cometido.
Obrigado ... Mid Night Duke ...

Um comentário:

  1. Duke
    Parabéns pelas postagens! Somos estudantes de Engenharia Mecãnico e o nosso TCC é sobre o combustível H2, já temos muitas informações sobre o assunto, porém precisamos fazer o estudo da viabilidade da produção e utilização desta energia!
    Gostaríamos de um contato para trocarmos informações sobre o assunto, meu email é nelsonkasuo@uol.com.br.
    Grato,
    Equipe H2

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(PIEH) Parceria Internacional para a Economia do Hidrogênio
(IPHE) International Partneship for lhe Hidrogen Economy